segunda-feira, 31 de julho de 2017

Hermenuêtica

                 
             Por Fernando Corrêa Pinto             
                              

 Introdução



É muito comum encontrarmos tanto em meios acadêmicos quanto eclesiásticos a fala de que a bíblia é difícil de se interpretar. Além disso, a leitura de alguns livros de hermenêutica reforçam esta tese quando dão demasiada atenção aos problemas de interpretação. A bíblia é um livro que pode sim, ser compreendido por todos que se dedicarem a sua leitura e se esforçarem a compreendê-la dentro de seu contexto. A própria bíblia reforça esta tese (1 Co 2,11; 1 Jo 2,27).
É bem verdade que o entendimento das escrituras se dá de forma diferenciada a de um texto comum. Devemos ver o texto de forma semelhante a que entendemos a carta de um amigo. É importante lidar com o texto como uma carta escrita em um contexto e tempo da história. Isso pode ser chamado de exegese histórico-gramatical.
A reflexão apresentada neste texto é muito importante pelo fato de considerar que a interpretação bíblica só se dá quando o indivíduo estuda hermenêutica cuidadosamente. A interpretação acontece desde o momento que o indivíduo usa sua experiência de leitura. Isso acontece na família, na igreja, na escola e na vida.
A proposta aqui apresentada é mostrar que a hermenêutica pode favorecer a assimilação do texto bíblico e a entender que a sua interpretação se dá de forma instantânea.



A bíblia e o interprete.


 Me parece comum, desde que o cânon bíblico foi fechado, ela receber diversos ataques e tentativas de tirar seu crédito. Os ataques mais comuns aparecem quando se refuta a autoridade Divina das escrituras. Alguns dizem que é um livro escrito por homens, outros afirmam que contem erros e foi corrigida várias vezes. De fato, a afirmativa que a bíblia é livro escrito por homens é verdadeira, contudo, isso não desmonta a verdade que esse livro é A Palavra de Deus.  
O termo bíblia é uma palavra grega no plural e se traduz por livros. Sendo mais, exato rolos. Esse termo foi utilizado primeiramente por Origenas 250 D.C e fazia referência aos livros do novo testamento. No ano 800 D.C passou a ser utilizada também no latim para designar os livros sagrados.
A bíblia é um livro bem humano, escrito por gente e com linguagem de gente e não de anjo. A bíblia é a palavra que Deus inspirou, a Palavra dada por Ele. Ela é a fala de Deus no papel. (2 Pe 1,12; At 1:1; 2 Pe 1:21)
Como Palavra de Deus em linguagem humana ela é a única regra de fé e prática da vida. A Bíblia não é um livro antigo para satisfazer a curiosidade humana, ela é um livro que responde as grandes questões da vida e da morte. Ela trabalha uma mensagem clara de redenção e prática de vida. Do Antigo ao Novo testamento essas mensagens foram reveladas de forma progressiva ao mundo. 
 É importante falar que para a interpretação bíblica correta é necessário estudá-la do início ao fim, isso porque a própria bíblia se interpreta. Vemos constantemente o Antigo Testamento sendo interpretado pelo Novo. É fundamental também recorrer aos textos apresentados de forma clara para compreender aqueles que parecem mais obscuros e simbólicos. A identificação com os idiomas originais podem ser uma ferramenta muito importante para a compreensão  dos textos, bom como conhecer um pouco do contexto onde os textos se apresentam.
É um grande privilégio poder interpretar a Bíblia Sagrada e desta forma o intérprete não pode de forma alguma ser um leitor displicente. O leitor precisa da iluminação do Espírito Santo para realização desta obra. (Jo 14:26; 1Co 2,9-16; Mt 11,25-26).


Cânon
A Palavra Cânon é de origem grega da palavra semítica vara de medir. Quando usada para falar da Bíblia, ela afirma a inspiração divina dos livros ali contidos. É importante fazer uma pesquisa aprofundada também para compreender como foi a formação destes textos, coisa que não faremos aqui, bem como suas formas de crítica textual. O que podemos afirmar aqui, é que tanto a formação do cânon, como a sua preservação é compreendida como uma ação do Espírito Santo.

A Bíblia em Tradução

A fé Bíblica é essencialmente missionária.  Desta forma, não podemos compreender que para alcançar outras nações de línguas diferentes a Palavra precisa manter-se no seu idioma original. Sem dúvidas as traduções precisam ser realizadas para que todos os povos a leiam.
Para muitas pessoas que não entendem deste processo pode parecer que a tradução bíblica é uma mera substituição de palavras, engana-se quem pensa assim. Nem sempre o texto traduzido ao pé da letra diz exatamente o que o original quer transmitir.
Calcula-se que existam no mundo 6700 línguas vivas, quase metade deste número está na Ásia e Pacífico. 900 milhões falam mandarim, em segundo lugar vem o espanhol com 400 milhões e logo em seguida o inglês.
As traduções bíblicas são fundamentais e facilitam o trabalho missionário. Para o nosso idioma temos o trabalho fantástico de João Ferreira de Almeida. Nos brasileiros, deveríamos ser gratos a esse homem. A sua tradução vêm ganhando atualizações e facilitando nosso manuseio das Sagradas Escrituras.

A interpretação Bíblica

A interpretação das Escrituras vêm de tempos antigos na própria bíblia. Vemos as interpretações da lei, as interpretações de Paulo, de João e outros. Na história vemos os pais da igreja, os medievais, reformadores, e modernos  interpretando as Escrituras. Vemos o pós moderno e até métodos populares de interpretação. Esses métodos precisam ser observados para uma melhor compreensão.


O Método Exegético

 O método exegético pode ser algo um tanto quanto estático,  é preciso segui-lo para que se alcance a compreensão do texto. Para que esse trabalho seja proveitoso é importante observar as possíveis armadilhas do método antes de iniciar o processo. É fundamental já na prática da exegese identificar a intenção do autor, a ênfase do texto, e a realidade fora do texto. Além disso, observar os enfoques, os níveis sintáticos, semânticos e pragmáticos. Daí então obter um trabalho eficaz.
É importante iniciar delimitando o texto no que chamamos de perícope. Não é possível trabalhar com longos textos. Daí então determinar o gênero, a critica textual, semântica, sintaxe e traduções.
É fundamental também considerar os aspectos teológicos, linguísticos e práticos contidos no texto.
Um assunto a ser observado ainda nesta reflexão é identificação da mensagem central do texto. É preciso ter um norte. Não é possível para caminhar sem compreender para onde o texto está nós conduzindo. Além disso, é fundamental que encontremos e identifiquemos a dimensão pragmática do texto.  Um exemplo é observar como funciona uma promessa, principalmente quando vem em contraste com uma ameaça.
Por fim devemos buscar entender o gênero do texto tratado. Por exemplo o que seria uma parábola? Qual seria sua função? A verdade central e as comparações.
Observemos a presença de poesia na Bíblia, as suas características e figuras. Observemos as epístolas, suas características e forma de olhar deste conteúdo. Da mesma forma, o Antigo Testamento que no decorrer da história tiveram diversos importantes intérpretes.
Certamente que em tão pequeno espaço de tempo não poderemos enfatizar todos os métodos e modelos de interpretações bíblicas, contudo, seria necessário fazer algumas observações para o tempo presente.
Quando por meio da interpretação bíblica, olhamos para todos estes anos que se passaram, vemos que grande foi a dedicação de diversos homens, bem como muitos se mostraram demasiadamente dispersos. A correta interpretação bíblica é básica para a fé cristã, pois o assunto a ser tratado fala de eternidade e salvação e a dedicação de uma vida para a gloria de Deus.
Semelhantemente ao passado ainda existem diversos intérpretes sem capacidade para fazê-lo e muitos até maus intencionados. Quando falo de falta de capacidade, me refiro aos que não nasceram de novo e aos que fazem a interpretação desacompanhados da pessoa do Espírito Santo. Os métodos desta forma se tornam ferramentas fundamentais para desfazer sofismas, desmascarar heresias e conduzir o rebanho de Deus para o caminho reto e salvação eterna. Que essa seja nossa dedicação.  





Bibliografia

SCHOLZ, Vilson - Princípios de interpretações bíblica.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

A Perseverança dos Santos


Introdução
Normalmente uma pergunta é feita no meio cristão: Pode o crente perder a sua salvação no meio do caminho ou, uma vez salvo, salvo para sempre? Geralmente, os que contestam uma resposta negativa a esta pergunta, argumentam: Bom, se o crente não perde a salvação, significa que ele pode fazer o que quiser e pecar a vontade!
Este foi um dos questionamentos que Paulo respondeu quando escreveu à igreja em Roma. A pergunta era: “Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei e sim da graça? (Rm. 6:15). A resposta foi um enfático NÃO! Paulo rejeitou de longe esta hipótese.

Graça irresistível: vocação eficaz

Podemos considerar a doutrina da graça irresistível como o pilar central do edifício da nossa fé, ou, numa figura bíblica, sua pedra angular. Inicialmente, procuremos conceituar graça. Que é o que é graça? Há várias definições e distinções teológicas do termo. O conceito mais simples é o de que “graça é favor imerecido”. Deus mostrou sua bondade para com o homem, embora ele nada merecesse. Mas, este ato o próprio 

homem tem condições de também realizar: eu posso conceder favor a uma pessoa que nada fez por merecê-lo. 

A nós nos parece que graça é mais que favor imerecido. É favor conferido a quem ofendeu o seu autor, de forma tão grave, que merece a pena de morte; no caso da ofensa a Deus, a morte eterna. Em torno do assunto, faremos três destaques: 

Expiação limitada e a bondade universal de Deus.

Me perguntaram como é possível conciliar a expiação limitada com o favor universal de Deus a todas as suas criaturas. Ou seja, se Deus é favoravelmente inclinado a todos com bondade, como dizer que Cristo não morreu por eles. E, se Cristo não morreu por todos, como Deus pode realmente ser favorável em direção a todos de alguma forma?


Esse tipo de dúvida só aparece, porque perdemos o ponto de distinção entre criação e redenção.


Eleição incondicional



Observações preliminares
1. A doutrina da eleição é uma revelação que provém exclusivamente de Deus por meio de sua Palavra. Nenhuma inteligência humana seria capaz de arquitetá-la. Se Deus não a tivesse revelado, nada saberíamos a respeito dela. 

2. Essa doutrina encontra-se esparsamente distribuída pela Bíblia, de Gênesis a Apocalipse. A obra dos teólogos foi sistematizá-la com o propósito de facilitar seu estudo. Não é, porém, uma invenção de teólogos. É, antes, uma doutrina essencialmente bíblica.

Depravação Total! Exaustiva e irrefutável!


A doutrina da depravação total (ou incapacidade total) diz que todos os homens, como conseqüência da queda, nascem moralmente corrupto, escravos do pecado, em inimizade com Deus, e incapaz de agradá-lo ou até mesmo de voltar-se para Cristo, para salvação. (Assim, a necessidade de uma eleição, graciosa e incondicional) .

sábado, 24 de setembro de 2016

A Necessidade de Teologia

         
Por Vincent Cheung


A teologia é necessária não somente para as atividades cristãs, mas  também para tudo da vida e do pensamento. Visto que Deus é tanto último como onipotente, Ele tem o direito e acapacidade de dirigir todos os aspectos das nossas vidas. A teologia procura entender e sistematizar Sua revelação verbal, e é autoritativa até onde ela reflete o ensino da Escritura. A necessidade de teologia é uma questão da necessidade de comunicação de Deus. Visto que este é o universo de Deus, a fonte última de informação e interpretação de tudo da vida e do pensamento é a revelação divina. E, visto que ela [a revelação divina] é necessária para se ouvir algo de Deus, a teologia é necessária.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Formando discipulos na prática


Por Fernando Corrêa Pinto

Acredito que toda formação, tanto para o ministério pastoral, quanto para o missionário precisam passar pelo discipulado bíblico. A parte do estudo teórico é fundamental, estudos bíblicos aprofundados, leitura de livros contendo as experiências de muitos que tiveram bom êxito no ministério é de suma importância; entretanto, caminhar ao lado de um irmão mais velho na fé é requisito fundamental no preparo missionário de Jesus.

terça-feira, 24 de março de 2015

Vida e obra de Richard Baxter

Por Fernando Corrêa Pinto

De acordo com James Innell Packer, Richard Baxter foi um líder, escritor e pastor da Igreja da Inglaterra. Nascido em 12 de novembro de 1615, em Rowton, Solape, foi educado na Escola Livre de Doninton, em Wroxeter sob orientação particular. Em 1638, foi ordenado diácono pelo Bispo de Worcester. Em 1639, tornou-se diretor da Escola de Richard Foley e vigário de Bridgenorth onde permaneceu até 1640. De 1641 a 1642, foi vigário predicante de Kidderminster e, após um período de trabalho como capelão no exército, retorna e se torna vigário de Kidderminster no ano de 1647, permanecendo até 1661. Casou-se com Margaret Charlton em 1636. Foi preso em Clerkenwell durante uma semana em 1636 e, em Southwark, por 21 meses no ano de 1685 e 1686. Baxter morreu em 8 de dezembro de 1691.

Estudo sobre os Puritanos


Pesquisa realizada em 2011
Por Fernando Corrêa Pinto



O surgimento do puritanismo

Frequentemente vemos o nome de William Tyndale aparecendo como o primeiro puritano, como afirma David Martyn Lloyd Jones  “O puritanismo, estou disposto a asseverar com Knappen em sua obra Os Puritanos, realmente começou a manifestar-se em William Tyndale, e nos idos de 1524.” [1]
Essa afirmativa do autor representa o puritanismo como uma mentalidade, como uma atitude e um espírito que começou a se mostrar em Tyndale. Ele tinha um ardente desejo de que o povo comum pudesse ler as Escrituras Sagradas. Com isso, Tyndale lança uma tradução da Bíblia sem a autorização dos bispos. Outra ação bastante incomum na época foi retirar-se da Inglaterra e ir para Alemanha sem a autorização real. Estas eram atitudes freqüentes entre os puritanos segundo, Lloyd-Jones.[2] 

quinta-feira, 19 de março de 2015

O Desafio do Plantio de Igrejas

Por Fernando Corrêa Pinto 

“separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado” (At.13:2)
Plantar igrejas não deve ser definido “simplesmente” em termos de treinamento e habilidade, mas sim pelo poder e desejo de Deus em salvar os perdidos. Neste sentido é importante mencionar dois conceitos básicos. O primeiro consiste em lembrar que a missão é de Deus, e para que ela seja realizada, é necessário que Deus esteja na direção. Desta forma é

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Missões e Cultura

  
 Escrito por Fernando Corrêa Pinto


O preparo do coração tem uma importância muito maior do que o preparo do sermão (John Stott)

Hoje se fala muito de missões transculturais, ou seja, sair de sua cultura ou país e ir para outra nação para pregar o evangelho. Apesar dos meios de comunicação como internet, televisão e radio ajudarem no trabalho de transmissão do evangelho para muitas nações, sabemos que existem muitos lugares que não possuem tais recursos.

O cuidado integral do missionário

Escrito por Fernando Corrêa Pinto
 

No caminho cristão, o que é importante não é a velocidade com que estamos indo, nem a distância percorrida, mas sim a direção que tomamos.

(A. W. Tozer)

É fundamental saber que aqueles que trabalham e sofrem por servir a Cristo e proclamar seu evangelho de forma nenhuma estarão desamparados, o Senhor Jesus prometeu que sempre estaria junto conosco em todos os momentos (Mateus 28. 18-20). Ele também prometeu que não nos provaria além de nossas forças, desta forma, nenhum destes empecilhos que aqui vou mencionar deve ser fator desmotivador para o avanço missionário nas nações.

Missões Urbanas


Escrito por Fernando Corrêa Pinto                                                                                                                                         Quando praticamos missões urbanas estamos buscando realizar um trabalho desafiador. Tal missão acontece nas cidades e é necessário estratégias bem definidas para a conquiste espiritual das cidades.
É difícil definir com clareza como se caracteriza uma cidade, pois podem se diferir de pais para pais. Entretanto podemos dizer que é uma concentração de pessoas vivendo bem próximas umas das outras, interagindo entre si e debaixo de uma forma de governo.
A missão é para todos, ricos, pobres, civis, militares, jovens e velhos. O serviço de evangelização não é optativo ao cristão. Esse trabalho é feito através de comunicação da boa nova de Jesus através de pregação, entrega de literatura e Bíblias. No novo testamento em momento algum essa tarefa foi questionada.
 Diante do desafio urbano do homem moderno é importantíssimo compreender a práxis missiológica urbana.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Vocação e chamado

Escrito por Fernando Corrêa Pinto
A vocação missionária e o chamado para pastorear são serviços especiais dados por Deus para a expansão do Seu Reino e para a salvação do mundo. Para que haja salvação é necessário que pessoas sejam enviadas (Romanos 10.14-15). É uma grande responsabilidade pregar o evangelho a outros povos e culturas. É um desafio grandioso a tarefa de plantar igrejas e pastorea-las. Portando, para que essa tarefa seja realizada o missionário ou pastor deve ter clareza de seu chamado e motivação para realizá-lo.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O Que é um Discípulo?



Escrito por Ricardo Meneghelli
Na bíblia, não existia ninguém que fosse convertido e não fosse um discípulo. Todos os que criam em Jesus eram chamados de discípulos. Ser um discípulo significava ser salvo por Jesus, alguém que havia deixado tudo por ele.

Antes de falarmos sobre o que é um discípulo, vamos observar esta ordem clara que o Senhor Jesus nos deu: "E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos." Mt 28:18-20

domingo, 5 de maio de 2013

Missiologia


Escrito por Fernando Corrêa Pinto

A missiologia é a ciência que tem o objetivo de estudar a grande comissão dada por Jesus a sua igreja. Essa missão é primeiramente dada a seus discípulos em um âmbito nacional e transcultural. ( Mt 28,19 / Mc 16,15 / At 1,8 ).
Essa disciplina é de grande importância, pois trata de uma tarefa primordial da igreja. Evangelizar os povos. A missão está no coração de Deus e Ele deseja alcançar todas as nações, raças e tribos de todas as línguas. Contudo é necessário saber nestes últimos dias se                                                                                                                                                missões também está no coração do seu povo.

domingo, 25 de novembro de 2012

Projeto e Propósito


Escrito por Ricardo de Paula Meneghelli 
http://www.odiscipulo.com/cm/index.php?option=com_content&view=article&id=1225&Itemid=594
A Palavra de Deus diz que sem visão o povo se corrompe (Pv19:18). Por isso, é muito importante enxergar os ensinamento que temos recebido dentro do cenário mais amplo do projeto Eterno e Deus e formar uma visão geral do todo. Antes de começar a montar um quebra-cabeça – por exemplo – é sempre bom dar uma boa olhada na figura que está na tampa da caixa. Isso ajuda a formar uma boa visão do todo para depois começar a juntar as peças. No nosso caso, precisamos ter uma visão clara do Projeto Eterno de Deus que foi concebido pelo Pai para cumprir seu Supremo Propósito. Os apóstolos e profetas do Novo Testamento receberam essa visão e a registraram nas Sagradas Escrituras, que hoje, juntamente com a iluminação do Espírito Santo, são nossos guias para a compreensão da vontade de Deus para toda a humanidade.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Deus não esquece de sua igreja.


Por Fernando Corrêa Pinto


Romanos 1,17


Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé,  como está escrito: Mas o justo viverá da fé.

Fé e arrependimento foi a base da pregação de Jesus e seus discípulos e dos discípulos que vieram na sequencia .  A mensagem de salvação era central era e é básica para o homem caído. Todavia com o passar do tempo a “igreja” romana foi se corrompendo e levando essa mensagem tão importante para a escuridão. Ela se tornou vaidosa, violenta e enganadora, até chegar o ponto de não mais viver para a Glória de Deus. Nesta caminhada muitos tentaram restaurar o valor original do cristianismo, como John Huss, John Wycliffe e outros. Contudo alguns foram mortos e outros rejeitados.