terça-feira, 24 de março de 2015

Vida e obra de Richard Baxter

Por Fernando Corrêa Pinto

De acordo com James Innell Packer, Richard Baxter foi um líder, escritor e pastor da Igreja da Inglaterra. Nascido em 12 de novembro de 1615, em Rowton, Solape, foi educado na Escola Livre de Doninton, em Wroxeter sob orientação particular. Em 1638, foi ordenado diácono pelo Bispo de Worcester. Em 1639, tornou-se diretor da Escola de Richard Foley e vigário de Bridgenorth onde permaneceu até 1640. De 1641 a 1642, foi vigário predicante de Kidderminster e, após um período de trabalho como capelão no exército, retorna e se torna vigário de Kidderminster no ano de 1647, permanecendo até 1661. Casou-se com Margaret Charlton em 1636. Foi preso em Clerkenwell durante uma semana em 1636 e, em Southwark, por 21 meses no ano de 1685 e 1686. Baxter morreu em 8 de dezembro de 1691.

Estudo sobre os Puritanos


Pesquisa realizada em 2011
Por Fernando Corrêa Pinto



O surgimento do puritanismo

Frequentemente vemos o nome de William Tyndale aparecendo como o primeiro puritano, como afirma David Martyn Lloyd Jones  “O puritanismo, estou disposto a asseverar com Knappen em sua obra Os Puritanos, realmente começou a manifestar-se em William Tyndale, e nos idos de 1524.” [1]
Essa afirmativa do autor representa o puritanismo como uma mentalidade, como uma atitude e um espírito que começou a se mostrar em Tyndale. Ele tinha um ardente desejo de que o povo comum pudesse ler as Escrituras Sagradas. Com isso, Tyndale lança uma tradução da Bíblia sem a autorização dos bispos. Outra ação bastante incomum na época foi retirar-se da Inglaterra e ir para Alemanha sem a autorização real. Estas eram atitudes freqüentes entre os puritanos segundo, Lloyd-Jones.[2] 

quinta-feira, 19 de março de 2015

O Desafio do Plantio de Igrejas

Por Fernando Corrêa Pinto 

“separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado” (At.13:2)
Plantar igrejas não deve ser definido “simplesmente” em termos de treinamento e habilidade, mas sim pelo poder e desejo de Deus em salvar os perdidos. Neste sentido é importante mencionar dois conceitos básicos. O primeiro consiste em lembrar que a missão é de Deus, e para que ela seja realizada, é necessário que Deus esteja na direção. Desta forma é